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Casais no CBP 3: Saiba por que essa união tem dado tão certo

Conheça alguns dos casais que participaram das primeiras etapas do terceiro Campeonato Brasileiro em Pesqueiros e como eles se destacaram na competição

Ah, o amor! Um sentimento tão forte e que é considerado, para muitos, o maior sentido da vida. No mundo em que estamos imersos, vemos ele representado em diversas formas: amor pela pesca esportiva, amor por seus equipamentos, amor pelos exemplares capturados e amor em realizar a soltura dos peixes, por exemplo.

Mas no Campeonato Brasileiro em Pesqueiros nós percebemos esse amor a todo o momento em dose dupla! Desde a grande final da segunda edição, quando Rogério e Juliana levantaram o troféu e colocaram no bolso cem mil reais, os casais parecem ter tomado conta da competição.

Nas duas primeiras etapas, realizadas no Pesqueiro Paraíso Verde em Campo Limpo de Goiás-GO, nos dias 9 e 10 de outubro deste ano, muitos casais foram visto na arena de pesca.

Com estratégias diferentes, variadas formas de pescar e se ajudando a todo o momento, não tem como negar que o grande destaque das etapas goianas do terceiro CBP foram os casais.

Casais dão show de pesca esportiva no Campeonato Goiano em Pesqueiros

Sejam eles formados por marido e mulher, noivo e noiva ou namorado e namorada, o que mais se percebia era a forte presença feminina na pesca esportiva do CBP 3.

Claro, é de suma importância destacar que as mulheres estão, cada vez mais, presentes na pesca de um modo geral. Seja por lazer, seja competindo!

Na própria tela da Fish TV, diversos de nossos programas contam com a apresentação feita por mulheres pescadoras, que dão um show, mostrando técnicas variadas e dicas sensacionais para qualquer amante de pesca.

No campeonato goiano da terceira edição do CBP, a presença de casais era tão forte que, no lugar mais alto do pódio, lá estavam eles!

Márcio Arikado e Patrícia Arikado mostraram a força que têm pescando juntos e levaram para casa o troféu de campeões goianos, além de terem pego o maior peixe da segunda etapa, um Tambacu de 28,280kg!

Mas para entender todo esse sucesso, é preciso conhecer melhor alguns dos casais que deram show na etapa goiana do CBP 3. Para isso, conversamos com algumas duplas e vamos apresentá-las para vocês.

Apesar de nossa lista estar em ordem aleatória, sem nenhuma relação com a classificação geral do torneio, nada mais justo do que começarmos com o casal que se tornou o dono do troféu goiano de 2021!

MÁRCIO ARIKADO E PATRÍCIA ARIKADO: O casal que dominou Goiás!

Eis o casal campeão! Eles são a prova de que a união do amor entre os casais com o amor pela pesca esportiva, supera todas as barreiras.

Aliás, é bom citarmos a palavra ‘superação’, já que eles são um bom exemplo de que, no CBP, sempre dá tempo de correr atrás do resultado.

Márcio e Patrícia fizeram a sua estreia no CBP e participaram das duas etapas goianas, no sábado e no domingo, mas não conseguiram uma boa classificação na primeira.

Mas quem disse que isso desanimou a dupla? No domingo, eles chegaram mais fortes e motivados do que nunca e mostraram a força que têm, ficando em primeiro lugar e levando o título para casa.

Juntos há 23 anos, começaram a praticar a pesca em pesqueiro tem pouco tempo, mas já foi o suficiente para se apaixonarem pela modalidade e pelo Campeonato Brasileiro em Pesqueiros da Fish TV.

“O CBP é muito bom e muito bem organizado! Essa é a primeira vez que participamos, mas já conseguimos perceber esses detalhes. Faz apenas um ano e meio que começamos a participar de uns bolões na nossa cidade e uns três torneios em outras cidades. Como percebemos que já estávamos mais preparados, decidimos participar do CBP este ano, já que era um sonho nosso desde a primeira edição. É muito bom pois é um ambiente tranquilo e mais familiar, além da presença das mulheres que trazem sorte para a pesca (risos)”, comentou o campeão goiano, Márcio.

Patrícia mostra a força das mulheres na competição

Já Patrícia, campeã que se emocionou muito na premiação final, comenta como está feliz em ver as mulheres chegando, com cada vez mais força para o meio da pesca esportiva e, principalmente, sendo respeitadas e admiradas.

“Isso é muito bom! Antigamente, tinha um pouco de machismo na pesca, mas agora as mulheres estão, cada vez mais, surpreendendo. Tem muitos grupos de mulheres que só falam de pescaria (risos). Mas, realmente, participar do CBP é o sonho de qualquer pescador que pratica a pesca esportiva. E agora que sou campeã, melhor ainda!”, comentou Patrícia.

A pescadora destaca todo clima da pesca e ainda fez um convite, com toda a sua propriedade de campeã, para os casais que estão em dúvida se irão participar do Campeonato Brasileiro em Pesqueiros.

“Eu e o Márcio temos muitas histórias dentro da pesca. Toda pescaria tem história, se não tiver, fica sem graça demais (risos). Quem ainda não fez a inscrição, está perdendo tempo, pois é bom demais a resenha na beira do lago, fora que você acaba fazendo muitas amizades!”

Perguntei para Patrícia quem da dupla pescava mais e ela respondeu com muito bom humor!

“Então, meu marido já foi apelidado de ‘o rei do passaguá’, mas isso tudo na brincadeira. Só que, quem tirou o maior peixe na segunda etapa, fui eu (risos)”, finalizou a campeã.

LUCIANA OKUMOTO E NETO PEREIRA: Vaga carimbada para a final!

Mais um casal que participou do campeonato goiano do CBP 3 e que já se classificou para a grande final, Luciana e Neto estão juntos há sete anos e sempre amaram a pesca esportiva. Lu, como é conhecida, é prima de Patrícia Arikado, campeã goiana!

Diferente de muitos casais que vemos dentro do mundo da pesca, nesse caso, não foi o marido que trouxe a esposa para perto do lago. 

O casal já pescava, antes mesmo de se conhecer. A diferença é que os dois pescavam em rio: ele no Mato Grosso e ela no Mato Grosso do Sul.

Quando se conheceram, começaram a frequentar pesqueiros e se apaixonaram pela nova modalidade. Neto conta que, após acompanhar tantos campeonatos e tantos campeões, a vontade de participar do CBP aumentou e decidiram fazer a inscrição para experimentar esse sentimento, participando das duas etapas de Goiás.

“Quando Batman e Robin, Markin da Lua e Rafael Silvério vieram disputar um campeonato aqui em Campo Grande-MS, Robin ficou em primeiro lugar e a Lu (Luciana) em segundo. Desde então, com o incentivo e o exemplo desses campeões que nos visitaram, nunca mais paramos de pescar, somos fãs deles! Agora, sempre que tem uma competição, participamos. Foi incrível, uma mistura de emoções! O CBP era um sonho e conseguir a classificação na primeira etapa, foi emocionante e impagável! Principalmente, sabendo que tinham grandes pescadores participando da disputa, foi uma grande conquista para nós!”, comentou Neto.

Eles conseguiram a classificação ficando na terceira posição da primeira etapa. Como os campeões do primeiro dia, também pegaram o maior peixe da etapa, o terceiro lugar (Lu e Neto) acabou sendo contemplado com a classificação.

Neto ainda disse que valeu ter se garantido já na primeira etapa, já que na segunda, não se destacaram tanto. No primeiro dia, começaram no pino, com chicote de 3 metros e minhocoçu.

“Deu certo! O primeiro Tamba pesou mais de 25kg! Na segunda raia, foi a mesma coisa: entrou uma panela de 25kg, que nos levou para o primeiro lugar naquele momento. Porém, perdemos dois peixes e, na terceira raia, pegamos apenas um Jundiá de 10kg e não tivemos sorte na última. Foi sofrido pois não sabíamos como estava o placar, mas a emoção foi incrível! Já na segunda etapa não tivemos um resultado como esperávamos”, comentou.

Segundo Lu e Neto, o casal queria muito conhecer o Pesqueiro Paraíso Verde e convidou os primos e amigos Márcio e Patrícia, campeões goianos, a irem juntos. Deu no que deu! Eles ainda dizem que é bonito de ver tantos casais juntos no campeonato, já que também fazem a sua parte e incentivam outros casais.

“Eu vejo como uma evolução, uma terapia para o casal! A pescaria nos permite esquecer dos problemas e estar ali, de corpo e alma. Só quem é apaixonado pela pesca, entende como é prazeroso e viciante! Foi maravilhoso, emocionante, chorei muito (risos)”, comenta Lu.

Luciana ainda diz que o desejo era participar de todas as etapas, já que o casal já conquistou alguns troféus juntos. Ela reforça que a pescaria não tem sexo, nem idade, nem estereótipo e que mulheres têm muita habilidade, além de sorte!

Lu finaliza comentando sobre a parceria entre os dois e como que essa união tem dado tão certo.

“Cada um tem a sua fase! Eu sou mais paciente e sutil, ele tem mais força e agilidade. Nós somos muito observadores e persistentes! Eu diria que a gente se completa!”, disse Lu.

EVALDO GUIMARÃES E REGIANE ALVES: A pesca é um programa para casais!

Indo ao sentido contrário do que muitos equivocados pescadores pensam a respeito da pesca, Evaldo e Regiane enxergam a pesca esportiva como uma atividade para casais.

Aquela ideia de que a mulher precisa ficar em casa esperando o marido retornar da pescaria já caiu por terra faz tempo. E esse casal é a grande prova disso. Mesmo há uma década juntos, os dois sempre curtiram a pescaria em rios e em pesqueiros.

Com isso, nada melhor do que participar do único campeonato que pode te dar o título de campeão brasileiro em pesqueiros! Os dois fizeram a inscrição para o terceiro CBP e aprovaram, logo de cara.

“Show de bola! Não tivemos muita sorte no sorteio mas pegamos um belo exemplar! É um programa muito organizado, com muitas famílias e casais. Viemos participar por gostar de uma bela pescaria. A Regiane pegou um Tambaqui enorme! Teve um momento em que o anzol fisgou o dedo dela… A linha estava na boca do peixe e ela ficou gritando, mas no final deu tudo certo e conseguimos retirar o anzol, já que era sem fisga. Depois, rimos da situação (risos)”, comentou Evaldo.

De acordo com Evaldo, ele retira o peixe com mais facilidade, mas a mulher tem mais sorte para pegar os ‘Tambaquis Monstros’.

Regiane também percebeu a quantidade de casais durante a prova. E a pescadora da dupla, vê isso com muito bons olhos.

“É muito importante para nós, mulheres, pois antes, a pescaria era uma atividade muito masculina e agora, as mulheres estão ganhando espaço e os casais ficando mais unidos. Gostei bastante dessa parceria com o marido em um campeonato como o CBP”, disse.

Regiane ainda lembra um fato curioso que aconteceu em uma pescaria com a dupla, em um torneio recente, antes da etapa goiana do terceiro CBP.

“Estávamos participando de um torneio e precisávamos de um peixe, rápido! Quando ele fisgou e começou a brigar com o exemplar, a linha estava puxando muito devagar e quando ele puxou, veio uma tartaruga. Então, a pescaria sempre nos dá boas histórias e damos boas risadas (risos)”, finalizou Regiane.

 

FERNANDA PRADO E THIAGO PRADO: O CBP 3 como presente de casamento!

Vamos falar agora de mais um casal que tem o espírito da pesca esportiva correndo em suas veias. Mesmo participando apenas da segunda etapa de Goiás e não obtendo uma boa classificação, a dupla garantiu que a experiência no CBP superou as expectativas.

Afinal, eles não são qualquer dupla de um campeonato de pesca! Completando seis anos de casados nesse mês de outubro, a inscrição para o CBP 3 foi presente de casamento!

Se alguém tinha dúvida se o CBP pode unir os casais na pesca esportiva, não existe mais! Thiago e Fernanda são a prova de que o amor pode andar de mãos dadas com esse esporte que tanto somos apaixonados.

Mas ver os dois na beira do lago de pesca é algo recente. O casal começou a praticar a pesca somente no ano passado e essa união só tem crescido.

“Começamos a pesca esportiva no ano de 2020. Foi um processo de muita perseverança, pois a pescaria esportiva exige muita técnica e treinamento. Tem sido um processo muito lindo, onde nós nos ajudamos muito e evoluímos a cada pescaria. Participar do CBP era um sonho, além de estar entre grandes pescadores e conhecer a equipe da Fish TV. A pesca proporciona muita união entre o casal e esse aumento de participantes mostra o quanto as mulheres querem estar ao lado dos maridos nas horas de lazer, fortalecendo o relacionamento“, comentou Thiago.

Fernanda assina embaixo nas palavras do marido. Para ela, a parceria só se fortalece e a troca de energia entre o casal representa tudo de mais bonito que a pesca pode proporcionar.

“Eu vejo que é um tempo de qualidade, vivendo em sintonia e fortalecendo a união. Foi uma grande experiência de competitividade. Gostei muito de participar do CBP, fizemos amizades… Foi a primeira vez que participei, então eu achei um grande desafio. O segredo é ter confiança e paciência. É um momento, sem dúvidas, de muitas alegrias e aprendizados. Você logo adquire experiência e faz o outro feliz”, comentou Fernanda.

Essa união tão forte é percebida em poucos minutos de conversa com qualquer um dos dois. Tanto Fernanda, quanto Thiago, estão sempre com sorriso no rosto e equipamentos de pesca na mão.

Fernanda contou algumas das histórias que já aconteceram com os dois dentro da pesca esportiva.

“Tivemos vários momentos marcantes e engraçados na pesca. Já teve vezes que eu peguei mais peixe que ele e a torcida fica pegando no pé dele (risos). Já fizemos, também, uma competição entre nóis dois: uma vez eu ganhei e a outra ele ganhou. Já teve vezes que eu peguei peixe e ele não… Outra vez eu não peguei nada… Sempre fazemos essas brincadeiras, mas sempre juntos… Sempre!”, finalizou Fernanda.

Mas a pergunta que não quer calar é: será que a inscrição para o CBP 4 será o presente de casamento de sete anos de casados, ano que vem?

 

EDIVALDO NOGUEIRA E EDINEIA SILVA: 7 anos juntos, 7 anos de pescaria!

Sabe aquele casal que nasceu para a pesca esportiva? Edivaldo e Maria Edineia o representam muito bem. Juntos há 7 anos, eles pescam há… Adivinhem? Sete anos!

Uma união que já começou dentro desse esporte e que resultou na participação da terceira edição do Campeonato Brasileiro em Pesqueiros.

Edivaldo já pescava mas, ao conhecer a sua grande parceira, a levou para os rios e pesqueiros e a ensinou tudo. Hoje, Edineia deixa o recado para as mulheres que têm o desejo em acompanhar seu maridos nas aventuras de pesca.

“Quem gosta de pesca mas ainda tem receio em acompanhar o marido, está perdendo tempo! É muito bom participar! Eu e o Edivaldo estamos sempre juntos nos pesqueiros e rios. Eu só tenho a agradecer essa oportunidade de poder participar de um campeonato tão importante como o CBP. Estou ansiosa para a quarta edição”, disse Edineia.

Os dois participaram da segunda etapa do campeonato goiano e garantiram que se apaixonaram pelo local! Edivaldo, acostumado a pegar grandes exemplares, curtiu o peixe capturado no CBP.

“Saímos de lá com um belo verdão! A nossa pesca é totalmente diferente pois, na nossa cidade, a gente pesca só no Rio Guaporé. Mas foi muito top, valeu muito a pena participar!”, completou Edivaldo.

A esposa disse que a parte boa é estar sempre juntos e em família, fazendo o que gosta. Ela garantiu que a emoção foi muito grande em poder competir.

Afinal, os dois possuem grandes histórias quando o assunto é pescaria a dois.

“Já pescamos muito juntos! Temos várias histórias para contar… Sempre acontece alguma coisa engraçada ou emocionante. Uma delas, por exemplo, foi a vez em que ficamos perdidos no rio, durante toda a noite e tivemos que pescar até o dia amanhecer (risos)”, completou Maria Edineia.

 

ARLETE WALESKO E HILÁRIO WALESKO: Presentes em todas as etapas do terceiro CBP!

Se existe um casal que é apaixonado por pesca e pelo CBP, esse é o casal formado por Arlete e Hilário. Os dois estão inscritos em TODAS as etapas do terceiro Campeonato Brasileiro em Pesqueiros!

E eis um dado interessante: os dois estão juntos há mais de 40 anos, mas só começaram a pescar juntos durante a etapa de Santa Catarina do segundo CBP.

O parceiro ‘oficial’ de Hilário passou mal e Arlete, que era a pescadora suplente, assumiu. A partir daí, pegou gosto pela pesca esportiva e sempre acompanha o marido nas aventuras.

Segundo Hilário, os dois estão gostando muito do terceiro CBP, mas não foram tão bem na etapa de Goiás. Eles conseguiram pegar um peixe pequeno na etapa de domingo, mas garantem que se divertiram bastante!

“A experiência no CBP 2 foi muito boa, achamos um campeonato bem organizado e foi uma excelente oportunidade de conhecermos novas pessoas. Com isso, decidimos participar de todas as etapas do CBP 3. Os casais estão, cada vez mais, presentes na pesca esportiva e acredito que isso se deve ao fato dos casais estarem participando mais das atividades em comum. Até pouco tempo, a pesca era algo voltado ao público masculino e, hoje, as mulheres demonstram que não é bem assim…”, disse Hilário.

Arlete está contribuindo para o avanço das mulheres nesse meio.

Entrando, recentemente, na pesca esportiva, ela afirma que se surpreendeu com o ambiente.

“Eu penso que as mulheres estão rompendo barreiras. Eu, pessoalmente, sempre imaginei o ambiente de pesca como algo extremamente masculino e fiquei surpresa com o excelente clima. Está sendo uma grande experiência, principalmente pela excelente organização do evento”.

Apesar de pescar há pouco tempo, muitos fatos interessantes já aconteceram. Arlete conta que, em uma certa ocasião, Hilário acabou ganhando uma cicatriz de presente durante a pescaria.

“Estávamos pescando em Santa Catarina e eu estava com um Tamba fisgado. Meu marido foi com o passaguá para retirar o peixe da água mas o exemplar escapou, bem próximo da margem. A chumbada acertou a boca do meu marido que caiu na margem do lago. Felizmente, ficou tudo bem, só uma cicatriz para não esquecer o ocorrido (risos)”.

A pescadora ainda finalizou com uma mensagem para todas as mulheres que estão prestes a iniciar na pesca esportiva.

“Deixem o medo e a vergonha de lado e venham participar! Não se preocupem em vencer, venham apenas se divertir”, concluiu Arlete.

BENEDITO LABOISSIERE E ROSINEIA LABOISSIERE: Ditinho e Rosi sempre de sorriso no rosto!

O que esperar de uma dupla de dentistas pescadores? Se esse esporte já deixa qualquer um ‘rindo à toa’, imagina esse casal que se conheceu na faculdade de odontologia?

Juntos há 37 anos, os dois participaram de todos os CBPs! Logo na primeira edição, eles mostraram como os casais podem ser fortes na pesca e saíram com o prêmio de maior peixe na etapa do campeonato goiano, ficando na segunda colocação estadual.

Na terceira edição goiana, eles participaram da primeira etapa e foram muito bem, obrigado! Segundo Ditinho, pegaram o peixe mais bonito da etapa: um Tambaqui verdão de 23,880kg.

“Deu muito trabalho, demorou, mas foi emocionante! A etapa goiana do terceiro CBP foi muito boa, uma organização excelente! Aliás, começamos a pescar em pesqueiros por conta do CBP. Somos figurinha carimbada por lá. Antes do campeonato, a gente só pescava em rios e, hoje, somos adeptos da pesca esportiva em pesqueiros”, comentou Ditinho.

Benedito ainda explicou a razão pela qual eles escolheram participar, mais uma vez, de um campeonato como o CBP.

“Decidimos ir para o terceiro CBP, pois, hoje, a pesca em pesqueiros é o nosso hobby preferido. Participamos do primeiro e fomos felizes! Participamos de quatro etapas no segundo e neste também vamos. Procuramos sempre incentivar e mostrar que a pesca esportiva é excelente! É um momento de descontração e união! Excelente esporte para casais. É o amor na beira do lago!”, disse.

“São tempos dos casais serem parceiros em todos os aspectos”, diz Rosi

Rosi comenta que, desde o primeiro CBP, ficou fascinada com a alegria de todos os participantes e com o companheirismo e a amizade que foram se formando nas arenas.

Para ela, no CBP, além de toda a energia dos casais, o espírito do amor à pesca esportiva está acima de qualquer premiação e que sempre ama a festa, a alegria e as verdadeiras amizades conquistadas no campeonato.

“São amizades para toda uma vida! Sobre os casais, também, eu vejo cada vez mais, eles procurando a companhia um do outro, trabalhando a cumplicidade e o companheirismo. O amor um com o outro através dos mesmos sonhos, das mesmas expectativas, não deixando de lado suas próprias essências. São tempos dos casais serem parceiros em todos os aspectos!”, ressaltou Rosi.

Sempre unidos na pesca e na vida, Ditinho e Rosi também juntaram suas forças no CBP, após anos de pescaria.

Em certa pescaria, por exemplo, eles foram para Curitiba de carro, justamente, para dar condição de levar muitas iscas vivas, como minhocas, minhocoçus e caramujos.

No hotel, deixaram as iscas no banheiro e às duas da manhã, acreditem: as minhoquinhas tinham todas escapado do balde e estavam todas espalhadas pelo chão do quarto, já passando por baixo da porta em direção ao corredor e escadas do hotel.

“Foi um Deus nos acuda para recolher as minhocas sem que ninguém visse (risos). A pescaria é isso, muitas risadas e muitas histórias boas! Eu só tenho a dizer para as mulheres que ainda têm receio em acompanhar seus maridos na pesca: nós conquistamos o nosso espaço na pesca esportiva e nada melhor do que ter, como parceiros, nossos amores e companheiros de jornada! São momentos onde esta parceria fortalece as relações e as tornam eternas”.

Depois de toda essa declaração, Rosineia finaliza do jeito que mais gostamos: tirando sarro de seu companheiro!

“Sem dúvida, eu pesco mais! (Risos) Brincadeira! Somos uma equipe e temos uma parceria bem equilibrada! Ele arremessa muito bem, lida melhor com as iscas… Eu sou mais paciente na espera do peixe e sou mais sensível com as puxadas… Portanto, somos empate! Um completa o outro!”, finalizou Rosi.

 

JUAN DE FREITAS E SIMONE DE FREITAS: Sem peixe, mas com muito amor!

Quem pesca sabe que tem dias que tudo dá certo! Por outro lado, existem aqueles dias sem sorte em que voltamos para casa sem aquela maravilhosa sensação da captura e da soltura.

Infelizmente, esse dia sem sorte aconteceu bem na primeira etapa goiana do terceiro CBP para Juan e Simone. A dupla saiu zerada da arena do Paraíso Verde.

Mas o mais legal da pesca, como esporte que é, é o espírito esportivo, onde nem sempre a vitória está em primeiro lugar. A dupla voltou para casa sem peixe, mas com sorriso no rosto, representando todo o amor da união de 26 anos do casal.

“Não pegamos peixe, mas eu achei bom demais ter participado. Eu já pescava há anos, mas com a minha esposa a primeira vez foi no segundo CBP e, agora, tentamos mais uma vez. É sensacional a participação dos casais… As mulheres estão mandando muito bem”, afirmou Juan.

Simone concorda com o marido Juan e ainda diz ter achado maravilhosa a experiência. Ela curtiu tanto, que também incentiva casais a participar, contando que a pescaria sempre vale a pena.

“Eu acho que a participação de casais incentiva muito a participação das mulheres. No primeiro CBP, meu marido participou com o meu filho e eu fui assistir. Desde a primeira edição, fiquei muito encantada com a organização e com a participação dos casais. Então, falei para o meu marido que a próxima dupla seria eu e ele… Agora, já estamos no segundo ano participando juntos”, comentou Simone.

JULIANO MOREIRA E TATYANA FERREIRA: Casal de namorados também presente no CBP!

E quem disse que a união entre casais na pesca se restringe apenas à duas pessoas casadas há anos e anos? Também tem se visto um aumento considerável entre os casais de namorados que disputam o esporte!

É o caso de Juliano e Tatyana, que estão juntos há dois anos e já puderam perceber que a dupla é forte na pesca esportiva.

Eles disputaram as duas etapas de Goiás e pegaram peixe na primeira. Mas mesmo sem destaque no goiano, os dois tem um grande futuro como dupla de pesca.

Assim que começaram a namorar, Juliano já tinha paixão pela pesca e Tatyana começou a acompanhá-lo. A partir daí, ela também se apaixonou pelo esporte. Exemplo que tem acontecido muito por aí.

“Nós dois recebemos um convite e fomos atrás de informações dos campeonatos. Ao descobrirmos o CBP, ficamos muito interessados em participar. É muito bonito de se ver, casais sempre unidos na pesca. É o melhor esporte, na minha opinião e deixou de ser uma atividade masculina e se tornou um esporte para toda a família. Não só para os casais e as mulheres, mas para as crianças também”, comentou Juliano.

Tatyana pensa o mesmo. Com a crescente participação do público feminino, ela percebe que as mulheres estão, cada vez mais, ocupando os espaços que eram quase que ‘restritos’ aos homens.

“Ver essa representatividade é bem gratificante. Participar do CBP foi uma experiência nova, conhecemos bastantes pessoas e modos de pescar diferentes. A solidariedade entre os demais participantes… Foi incrível viver isso! Só seria melhor se tivéssemos conseguido uma boa colocação no campeonato. Quem gosta de pescar com o marido ou namorado, não pode ter receio em participar de campeonatos assim. Eu digo para todas participarem, é uma ótima experiência”, diz Tatyana.

Com apenas dois anos de namoro, os dois têm histórias para contar! Na pesca então, nem se fala! Juliano e Tatyana já saem para a pescaria sabendo que vão voltar contando as aventuras da dupla.

“Assim que eu comecei a pescar, nós fomos em um pesqueiro e eu fisguei uma pirarara. Como estávamos com equipamento ultra light, ela estava tomando linha e estava próximo de zerar a linha no molinete. Eu não tinha experiência, daí o Juliano disse para eu ir acompanhando o peixe, para evitar que a linha estourasse. Ele continuou pescando e depois de algum tempo, ele foi me achar na outra ponta do pesqueiro acompanhando a pirarara. Fiz todo mundo ir retirando a linha, atrapalhando o povo de pescar (risos)”.

Mesmo Juliano tendo anos na pesca e Tatyana começando há pouco no esporte, eles quase não sabem dizer quem pesca mais.

Os dois fazem aposta quando vão pescar, tamanha é a competitividade entre a dupla. Eles garantem que, quando contam, a pescaria é sempre acirrada, deixando claro a força que a mulher tem nesse esporte!

“Às vezes ele pesca mais, às vezes sou eu… Todas as vezes que vamos pescar fazemos ‘apostas’ de quem pega mais. Ele estava sempre na frente lá no começo e eu tinha que ficar organizando a linha, anzóis, iscas e quase não pescava… Agora, a coisa está mudando e, nas últimas vezes, quem está sempre a frente, sou eu!”, finaliza Tatyana.

 

ELISCLÁUDIO ARAÚJO E KAELLE ARAÚJO: O ‘quase’ impediu a vaga do casal para a finalíssima!

O que mais reparamos nessas duas primeiras etapas do CBP 3, foram as duplas de casais se destacando, pegando peixe e se classificando para a grande final em São Paulo.

Porém, também temos casos de duplas que estiveram por um triz de alcançar a classificação. É o caso de Eliscláudio e Kaelle, que participaram da primeira etapa e ficaram em quarto lugar, faltando apenas uma colocação para a final!

Mas mesmo com esse sentimento de ‘quase’, a dupla garante que valeu a pena. Eliscláudio ainda disse que o fato de terem chegado tão perto, só deixou o acontecimento mais especial ainda.

Com 13 anos de parceria (9 de casamento), eles já pescam juntos tem um tempo. Ele já era acostumado com o esporte, pois aprendeu tudo com o pai. Já Kaelle, começou a competir com o marido em pesqueiros, de uns meses para cá, por conta do Campeonato Brasileiro em Pesqueiros.

“Achei que iria ser melhor participar com ela, já que é a minha parceira para tudo! E essa questão de casais estarem mais e mais presentes na pesca, para mim é algo normal, já que a gente já divide a vida juntos… Ao invés de ela ficar na arquibancada, torcendo por mim, é muito melhor sentir a adrenalina da pescaria e estar do meu lado! De preferência, lá no pódio!”, disse Eliscláudio.

Kaelle já comenta que as mulheres estão perdendo um pouco do medo e ocupando o lugar que ela tem por direito dentro da pesca.

Para ela, ter participado foi uma experiência única e especial. Algo que eles vão guardar para sempre na memória, já que a adrenalina de estar competindo, é algo diferenciado.

“As mulheres estão ficando menos medrosas, já que é um meio dominado pelos homens… A gente, às vezes, fica sem jeito, mas é muito bom estar ali dividindo aquela adrenalina toda com o marido! Para nós, ter participado do CBP significou muito! É só participando que as mulheres vão poder sentir as sensações daquele ambiente. Se as mulheres forem uma vez, acredito que elas vão se apaixonar, assim como foi comigo. Eu e o Cláudio vemos a pesca como uma válvula de escape”, comentou Kaelle.

Mesmo sendo apaixonada por torneios de pesca, já teve um momento em uma competição que Kaelle ficou envergonhada: quando derrubou todos os troféus, de tão concentrada que estava no tamanho do peixe!

“Na pesca, o que não falta é história para contar! Lembro que fomos pescar em um torneio que teve e eu saí correndo para pesar o peixe… Acabei derrubando todos os troféus com o cabo do pulsar… Estava com medo de olhar para trás pois pensei que tinha quebrado eles (risos)”, contou.

A Fish TV deseja todo sucesso para a dupla! Mas entrando na brincadeira: quando forem participar do CBP, cuidado com os troféus!

PAULO CRIVELATTI E MARCIA CRIVELLATI: O verdadeiro espírito da pesca esportiva!

O casal Paulo e Marcia sabem bem o que representa a pesca esportiva, em toda a sua essência. Mesmo participando das duas etapas e não indo tão bem nas duas, os dois aproveitaram e curtiram o CBP da melhor forma: fazendo contatos e verdadeiras amizades no mundo da pesca.

A dupla disse ter conhecido pessoas maravilhosas, como a dona Arlete e o seu Hilário de Curitiba, com quem fizeram grande amizade.

Segundo Paulo, a dupla apostou em uma estratégia que não deu tão certo. Nos dois dias, investiram em pesca de fundo e utilizaram massa e minhoca de jardim.

Porém, o que eles perceberam que deu mais deu certo, foi a pescaria de superfície com boia e minhocoçu como isca. Mas a tabela de classificação não importou tanto em uma competição onde o foco é a amizade!

“O espírito de camaradagem foi contagiante.  Os participantes são muito solícitos e ajudando uns aos outros, dando dicas de como pescar e o material a utilizar. Agradeço as dicas de material dadas pelo Rafael Silvério e ao Ditinho que nos deu iscas com as quais melhoraram e muito o nosso rendimento”, agradeceu Paulo.

Há quase 30 anos juntos, Paulo e Marcia decidiram participar do terceiro CBP pois já haviam participado da etapa do Paraná da segunda edição e curtiram muito a experiência.

Para o pescador, a disputa passa a ser algo secundário e, o que vale mesmo, são essas parcerias e a viagem do casal em si, conhecendo novos locais do Brasil, novas culturas e novos estilos de pesca.

“Conhecemos tanta coisa! Para nós, foi uma diversão, pois tudo acabava em piadas e risadas. Todos queriam bater a sua meta, nem que fosse pegar um só peixe (o que foi o nosso caso)! Pescamos juntos há 29 anos… Saíamos para acampar e pescar com frequência! Embora ela reclamasse dos mosquitos e do sofrimento, eu sei que ela sempre adorou pescar comigo!”, brincou o pescador.

Paulo também diz ver com bons olhos os casais chegando para esse universo. Para ele, a pescaria não é só para pegar peixes e sim, um trabalho em equipe que envolve lazer e companheirismo.

“Os casais precisam participar sem medo”, diz Marcia

Mesmo pensamento de Marcia, que acha que essa união é uma tendência natural.

“Aprendi a pescar acompanhando o meu marido, como atividade de lazer. Particularmente, gosto desse esporte, que é leve e prazeroso, envolvendo muita adrenalina e que pode ser praticado em família, assim como o CBP! Foi muito emocionante e divertido… O pessoal estava engajado com a competição, mas para nós foi um aprendizado. Os casais precisam participar sem medo! Além de concorrer, aprendemos muito… Querendo ou não, é um trabalho em equipe e se vocês já pescam juntos, por que não participar?”, questiona Marcia.

Como muitos de nossos entrevistados, Marcia finaliza contando uma história engraçada vivida pela dupla dentro da pesca esportiva.

São essas histórias que mostram como esse esporte envolve muito mais do que competição!

“Estávamos acampados na beira do Rio Tormenta, no Paraná. Saímos para pescar na parte da tarde e, quando retornamos, os bois tinham comido nossa comida! Durante a noite, enquanto dormíamos, ouvimos um barulho e acordamos assustados, com batidas bem fortes no chão… O fato se repetiu umas três vezes e, quando ouvimos barulho de galhos quebrando, acendemos a lanterna e percebemos que havia um touro bem próximo da barraca, aproximadamente uns dois metros e, atrás dele, mais umas 40 cabeças de gado. Percebemos que eles estavam tentando nos expulsar do local para comer o que restava de mantimentos. Por essa, a gente não esperava (risos)”, contou.

O CBP também rende muitas histórias, Marcia! Mas ficamos felizes em não ter registros de ataque de bois às comidas de nossos competidores!

 

ALDEMIR RODRIGUES E LUCIENE DIAS: A mulher pescadora cada vez mais forte!

Ver casais participando mais e mais de torneios de pesca é a prova de que as mulheres estão crescendo nesse esporte. Luciene pode falar muito bem sobre isso.

Antes de participar do CBP, ela viveu um momento emocionante, quando ganhou a primeira disputa de pesca, com um detalhe: era a única mulher entre 26 homens!

Nessa ocasião, Aldemir ficou na torcida e vibrando por cada peixe que ela capturava. Isso a deixou mais confiante com vontade de vencer!

O que nós víamos tanto acontecer, com Aldemir e Luciene, aconteceu o oposto: o homem torcendo pela mulher pescadora! Para todos nós que vivemos nesse mundo, é muito gratificante ouvir histórias assim e mostrando toda a força feminina.

Já nas primeiras etapas do terceiro CBP, a dupla percebeu uma prova bem disputada, em um pesqueiro de exemplares ‘fora do comum’, em um evento que, segundo Aldemir, vai entrar para a história!

“Competidores, fiscais e toda equipe da Fish TV sempre interagindo e respeitando uns aos outros… Isso faz toda a diferença! A etapa goiana foi muito bem organizada, com toda a equipe sendo muito prestativa e educada, com capricho e cuidado, atenção e respeito. Foi muito show!”, comentou Aldemir.

Os dois estão juntos há 11 anos e começaram a pescar em pesqueiros em 2014. Antes, a pescaria da dupla era realizada em lagos, córregos e riachos.

Quando visitaram um pesqueiro, resolveram começar a praticar, a estudar e a pesquisar sobre o assunto. Se uniram e investiram em equipamentos e logo começaram a viajar para conhecer outros pesqueiros no país, fazendo amizades e aprendendo novas experiências.

“A presença de casais participando mostra que a união faz a diferença. É um momento que, apesar de muita pressão e tensão, une mais os casais que se apoiam. Participar do CPB é um sonho para qualquer pescador esportivo. A decisão de participar foi para, justamente, viver a emoção e a adrenalina que esse evento proporciona”.

 “Participar do CBP foi um marco em minha vida”, comenta Luciene

Já a esposa, diz que não existe mais aquela famosa cena da mulher ficar em casa esperando o homem pescar. Hoje, ela está do lado dele, aprendendo e dividindo os momentos especiais que a pescaria pode proporcionar.

Para Luciene, participar do CBP foi uma experiência única. Ela já acompanhava, porém não tinha competido. A pescadora citou que ‘foi um marco em sua vida’.

Ela ainda reforçou que as mulheres precisam estar juntas, ainda mais nesse momento em que estão presentes nesse esporte que era considerado, por muitos anos, masculino.

“Mulheres, vamos nos unir e nos apoiar! Já conquistamos tantas coisas! Participar de um campeonato como o CBP mostra o quanto somos capazes de deixar a nossa marca, de conquistar o respeito e admiração dos demais competidores… Não tenham receio e vão em frente, conquistando seu espaço e vocês nunca mais vão querer ficar fora de uma competição”, reforçou a pescadora, que já foi campeã.

Ela ainda finalizou rasgando elogios ao seu companheiro de pescaria esportiva e de vida!

“Meu marido pesca muito, com muita técnica e precisão… Mas eu tenho muita sorte e às vezes pego até mais do que ele (risos). Mas como eu estou sempre junto, fico de olho para aprender todo que ele faz… Admiro o pescador que ele é, o respeito e o cuidado que ele tem pelos peixes… Isso, pra mim, faz dele um grande competidor e um exemplo de pescador!”, finalizou.

BÔNUS:

OSMAR MATOS E MIRELLY MATOS: O amor gigantesco de pai para filha!

Ora, não estamos falando apenas de casais de namorados, de noivos ou casados. Se a intenção é mostrar como tem crescido a força da mulher na pesca, precisamos mostrar quem está começando desde bem pequena.

É o caso da Mirelly de 9 anos, que acompanha o seu pai, Osmar, em suas pescarias. Desde o nascimento da filha, Osmar já a levava para a beira do lago de pesca. No início, era na cadeirinha… Hoje, é como parceira!

Com toda a certeza, precisamos dar destaque para essa dupla! Sempre nos alegra muito ver pais com filhos participando de competições como o CBP, mas ver um pai com uma filha de 9 anos na arena de pesca, unindo forças e buscando um objetivo maior, não tem preço!

E que história mais linda para encerrarmos a nossa matéria sobre os casais na etapa goiana do terceiro CBP! Os dois participaram da disputa do sábado, tiveram ações, mas sem sucesso.

Aliás, sucesso é o que eles mais vão ter daqui para frente na pesca esportiva! Quando uma dupla se une dessa maneira, com um pai ensinando para a filha, desde cedo, a beleza desse esporte, os belos exemplares nas próximas pescarias estão garantidos.

“Ter participado do terceiro CBP foi espetacular, pois é uma competição onde todos têm a mesma chance! Ela me escolheu para ser parceiro. Na vida, tudo o que eu faço, ela está comigo e na pesca foi onde nos completamos, como pai e filha. Nos outros CBPs ela ficou em casa chorando e eu tomei a decisão de aguardar a idade para ela participar. Quando a idade chegou, ela cobrou que eu fizesse a inscrição dela! Fiz e curtimos muito a competição! Lugar de mulher é onde ela quiser, sempre!”, disse o pai.

Mirelly tem cara daquelas crianças que, futuramente, serão conhecidas dentro do esporte que amam! Se, desde bem pequena, já faz sucesso na pescaria, ela ainda levantará muitos troféus.

Ela esbanja simpatia e dá um show nas palavras, principalmente, se o assunto for pescar com o seu querido pai!

“As crianças estão pescando, cada vez mais, porque é muito divertido! Eu achei muito legal ter participado do CBP, pois eu estava com o meu pai! Uma vez, fomos pescar e ele me deu a vara para brincar… No final, eu peguei um peixe gigante! As crianças devem acompanhar seus pais, é só acreditar que elas conseguem participar. Nós dois pescamos bem, mas meu pai pesca mil vezes mais”, disse Mirelly.

Com esse depoimento e essas fotos, impossível não ficar emocionado com a pequena pescadora, não é mesmo?

Infelizmente, ainda ficou faltando as falas de alguns casais que participaram das duas primeiras etapas goianas do CBP, mas com essas entrevistas já deu para ter uma noção de como esse esporte é magnífico!

Unindo todos os casais e todas as famílias, a pesca esportiva nos mostra, cada dia mais, a sua força!

Para a Fish TV, que organiza todo o Campeonato Brasileiro em Pesqueiros, é muito gratificante ver a presença feminina forte e perceber todo o carinho e admiração dos competidores.

Que venham as outras etapas do terceiro CBP, com mais e mais casais se destacando!

Aliás, deveríamos ajustar a frase “ao lado de todo grande homem, tem uma grande mulher” para: ao lado de todo grande pescador, tem uma grande pescadora!

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  • Vice-campeão nacional: Viagem, com tudo pago, para Alta Floresta, no Mato Grosso, troféu e medalha.
  • 3º lugar nacional: Viagem, com tudo pago, para Corrientes, na Argentina,  troféu e medalha.
  • Maior peixe nacional: R$ 10.000,00. troféu e medalha.
  • 1º lugar estadual: R$ 2.000,00, inscrição para o CBP 4, troféu e medalha.
  • Maior peixe de cada estado: R$ 1.000,00,  troféu e medalha.

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